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Google Health 5.11 faz Pixel Watch e Fitbit detectarem treinos

Relógios passam a reconhecer mais de 100 atividades sozinhos, contra 10 antes, e o app ganha novidades de sono e glicose.

Alexandre Soares3 min de leitura
Google Pixel Watch 4: Relógio redondo de pulso branco com mostrador escuro, apoiado sobre superfície de madeira clara, visto de frente.
Divulgação/Google

Quem corre, nada ou joga bola com um Pixel Watch 3, 4 ou 5, ou com um Fitbit Air, pode deixar de apertar o botão de iniciar treino. A versão 5.11 do app Google Health começou a ser liberada e amplia a detecção automática de 10 para mais de 100 atividades, incluindo musculação, natação e esportes de raquete e de equipe.

Quem recebe e quando

O recurso já está disponível para Fitbit Air e Pixel Watch 3, 4 e 5. O Fitbit Edge passa a contar com ele em 27 de outubro, data de lançamento do aparelho.

A versão 5.11 do app já está amplamente disponível no iOS e ainda está em liberação para usuários de Android. Se o recurso não apareceu para você, esse pode ser o motivo. Quem atualiza vê uma tela chamada "Expanded activity detection, built to learn".

Como a detecção funciona

O Google combina rotina de treinos, histórico, edições manuais e, com permissão, a localização. É isso que a empresa chama de raciocínio contextual. O Google diz que o resultado é quase o dobro de detecções corretas e menos da metade dos treinos perdidos, número que ainda não foi checado de forma independente.

Treinos com frequência cardíaca elevada de forma sustentada, que alcancem a duração mínima (15 minutos por padrão), são registrados automaticamente. Um resumo chega ao app normalmente em até 30 minutos.

Ao confirmar ou editar uma atividade, e ao registrar as que passaram batido, você ajuda o sistema a ajustar as previsões seguintes ao seu padrão.

Outras novidades da 5.11

O Fitbit Air e o Edge ganham dois recursos do Health Guardian para assinantes do Google Health Premium: tendências de pressão arterial e de resistência à insulina. Dá para configurar agora, e o primeiro relatório sai no início de novembro.

Fitbit Fitbit Air: Pulseira de tecido azul-acinzentado com módulo de sensor preto sobre fundo laranja, vista de cima, com marca d'água de portal no canto.
Foto: 9to5google.com

Para a pressão arterial, é preciso ter usado o Fitbit Air por 5 dias consecutivos ou mais em outubro. Para a resistência à insulina, 7 dias e noites de uso no mês.

No app, o item de glicose passa a se chamar "Glucose", com gráficos atualizados. Também dá para definir metas de tempo na faixa para dados de monitores contínuos de glicose conectados. A sincronização mais rápida com o Lingo by Abbott vale só para os EUA.

O sono também muda: o app passa a considerar os passos para identificar despertares curtos, como levantar para ir ao banheiro, e permite remover uma soneca que não bate com o seu dia direto no cartão dela.

O que ainda não se sabe

Não há informação sobre preço nem disponibilidade do Google Health Premium e dos recursos de saúde no Brasil. A precisão fora dos números do próprio Google também ainda precisa de teste.

O que fazer agora

  • Atualize o app Google Health e procure a tela "Expanded activity detection, built to learn".
  • No Android, se a versão 5.11 ainda não apareceu, espere: a liberação segue em andamento.
  • Confirme ou corrija os treinos detectados para o sistema aprender seu padrão.
  • Não conte com Premium, Health Guardian e a integração com o Lingo no Brasil até haver confirmação.

Fontes: 9to5Google, 9to5Google

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