Lâmpada inteligente é o jeito mais barato de começar uma casa conectada. Você troca a lâmpada, instala um aplicativo e passa a acender, apagar e mudar a luz pelo celular, por voz ou por horário. O difícil é escolher, porque a embalagem fala muito de cores e pouco do que faz diferença no uso.
A boa notícia: são poucas perguntas, e todas têm resposta na ficha do produto.
Primeiro: como ela se conecta
É a escolha que mais muda a experiência.
- Wi-Fi: liga direto no roteador, sem aparelho extra. É o tipo mais comum e mais simples. A maioria usa só a rede de 2,4 GHz, então confira se o seu roteador mantém essa rede ligada. Com muitas lâmpadas, o roteador passa a ter muito aparelho pendurado.
- Zigbee ou Thread: conversam entre si numa rede própria e precisam de uma central, chamada hub (ou de um aparelho que faça esse papel, como algumas caixas de som inteligentes). Respondem rápido e aliviam o Wi-Fi, mas custam mais para começar.
- Bluetooth: funciona só perto do celular. Serve para um cômodo, não para automatizar a casa.







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