Em 25 de outubro de 2026, o iPhone 16e de 128 GB, na cor preta, aparecia por R$ 3.665,56 na Mercado Livre, vendido por distribuidor autorizado. O preço anterior era R$ 5.799, e a oferta indicava 37% de desconto. O valor foi visto nessa data e pode mudar a qualquer momento.

É esse desconto que coloca o aparelho na conversa. Com o preço antigo, era um iPhone caro para uma versão de entrada. Com a oferta, a pergunta passa a ser outra: o que você precisa de um celular e por quantos anos pretende usá-lo.

Quando faz sentido

O 16e combina com quem vem de um iPhone antigo ou de um Android bem velho e quer um aparelho novo dentro do ecossistema Apple, sem partir para um modelo de linha mais alta. Também atende quem usa o celular no básico: mensagens, redes sociais, mapas, banco e fotos de vez em quando.

Se a ideia é ficar com o aparelho por muitos anos, o valor pago se dilui nesse tempo. Quem troca de celular a cada um ou dois anos faz outra conta.

Quando não faz

Os 128 GB são o ponto mais delicado. Quem grava muitos vídeos, guarda fotos em alta qualidade ou instala muitos jogos pode sentir falta de espaço, e iPhone não aceita cartão de memória. Nesse caso, olhe versões com 256 GB.

Também não faz sentido para quem só quer ligar, usar WhatsApp e pouco mais: paga-se por um ecossistema que talvez nem seja aproveitado.

O que pesar antes de comprar

As ofertas do Luneta Tech trazem dois iPhones de 256 GB para comparação, ambos na Mercado Livre e com preços vistos em 25 de outubro:

  • iPhone 16 de 256 GB, rosa: R$ 5.998,80 (antes R$ 8.599)
  • iPhone 17 de 256 GB, lavanda: R$ 6.332,22 (antes R$ 7.999)

Esses dois têm 256 GB de armazenamento, contra 128 GB do 16e, então a comparação não é de igual para igual. As ofertas não detalham diferenças de câmera, tela ou carregamento entre os modelos; se isso pesa para você, confira as especificações de cada um antes de decidir.

Confirme ainda, no anúncio, o prazo de garantia, a nota fiscal e a política de troca. O vendedor ser distribuidor autorizado ajuda, mas não substitui essa checagem.

Alternativas nas ofertas

Para gastar menos, estes Androids estavam na Mercado Livre, com preços vistos em 25 de outubro:

  • Moto G06 de 256 GB, bege: R$ 869
  • Moto G06 de 128 GB, azul: R$ 879,99
  • Moto G17 de 128 GB: R$ 949,05
  • Redmi 15C de 128 GB e 8 GB de RAM: R$ 998
  • Galaxy A07 de 256 GB: R$ 1.127
  • Realme C73 de 128 GB, com tela de 120 Hz e bateria de 6000 mAh: R$ 1.134
  • Galaxy A17 de 256 GB e 8 GB de RAM: R$ 1.248
  • Galaxy A57 5G de 128 GB: R$ 1.587

Na faixa intermediária, o Galaxy A36 5G de 256 GB aparecia por R$ 1.903,87 e o Poco X8 Pro de 256 GB por R$ 2.515.

E entre os Androids mais caros da lista, o Galaxy S25 FE de 256 GB estava por R$ 3.599 (visto em 25 de outubro) e o Galaxy S25 de 256 GB por R$ 3.899 (visto em 24 de outubro). São opções para quem não está preso ao iOS.

A conta lado a lado

Com o valor do iPhone 16e, dá para comprar três ou quatro Androids da lista de entrada. Se o seu critério é um aparelho para manter por muito tempo dentro do ecossistema Apple, o 16e em oferta é uma porta de entrada, desde que 128 GB bastem. Se o critério é quanto aparelho você leva por real gasto, os Androids de entrada ficam bem à frente.

A decisão depende menos do desconto de 37% e mais de quantos anos o celular vai ficar no seu bolso.