Marina Correia, gerente de produtos de TV da Samsung Brasil, resumiu a virada que a indústria vive numa frase: a televisão está se tornando cada vez mais inteligente e conectada à rotina. A entrevista foi publicada em 15 de outubro de 2026.
A frase parece óbvia para quem já tem uma smart TV em casa. Mas ela diz algo sobre onde os fabricantes querem competir daqui para a frente.
O que mudou na conversa
Marina está à frente de uma das categorias mais tradicionais da indústria de tecnologia, num momento de profundas transformações. A evolução das TVs antes se concentrava principalmente em resolução, tamanho e qualidade de imagem. Hoje, a inteligência artificial amplia as possibilidades de interação e de personalização.
É uma mudança de vocabulário que acompanha uma mudança de estratégia. Durante anos, o argumento de venda cabia numa ficha técnica: mais polegadas, mais pixels, mais brilho. Esse jogo tem limite. Passada certa faixa de tamanho e de nitidez, a diferença entre um modelo e outro fica difícil de perceber na sala de casa, e é aí que o software entra como novo território de diferenciação.
O que isso muda na hora de comprar
Se a TV passa a ser vendida pela inteligência, a conta do consumidor também muda. Olhar só a tela deixa de bastar. Entram na comparação:







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