A bateria de 10.000 mAh é o que faz o Redmi K100 chamar atenção. É a maior já colocada pela Xiaomi num celular, e a empresa a apresenta como o motivo central do aparelho, anunciado em 27 de outubro na China, sem previsão para o Brasil. A conclusão é simples: a capacidade é real, mas já não é exclusiva no mercado, e a autonomia prometida ainda não foi comprovada por testes independentes.
O que a Xiaomi promete
A bateria é de silício-carbono, material que guarda mais energia no mesmo espaço. A Xiaomi diz que o teor de silício chega a 28%. Num teste interno, a empresa diz que o aparelho chegou a 2,43 dias de uso e a mais de 34 horas seguidas de vídeos curtos. O resultado depende de como o celular é usado e não representa jogos pesados. O carregamento com fio é de 100 W, e há carga reversa de 27 W para recarregar outro aparelho. O modo bypass alimenta o celular direto da tomada durante uma partida longa, sem passar pela bateria.
A fabricante também afirma que a bateria mantém mais de 80% da capacidade depois de 1.600 ciclos de carga, número ainda não confirmado fora da empresa.







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