A Xiaomi lançou no Brasil, em 13 de outubro, dois relógios de entrada com nomes parecidos e preços próximos: o Redmi Watch 6 Lite, por R$ 899,99, e o Redmi Watch 6 Active, por R$ 699,99. Os dois têm tela AMOLED, chamadas pelo Bluetooth e bateria de até 18 dias. A diferença de R$ 200 compra duas coisas que pesam muito para quem faz exercício: GPS próprio e resistência para nadar.
Lado a lado
| Redmi Watch 6 Lite | Redmi Watch 6 Active | |
|---|---|---|
| Preço sugerido | R$ 899,99 | R$ 699,99 |
| Tela | AMOLED de 1,96" | AMOLED de 1,85" |
| Brilho máximo | 1.500 nits | 1.200 nits |
| GPS | Próprio (GPS, Galileo, GLONASS, BeiDou e QZSS) | Usa o do celular |
| Resistência | 5 ATM | IP68 |
| Modos de exercício | Mais de 150 | Mais de 140 |
| Bateria | 470 mAh, até 18 dias | 470 mAh, até 18 dias |
| Chamadas | Pelo Bluetooth | Pelo Bluetooth |
| Cores | Preto e cinza | Preto, prata e laranja |
Onde o Lite leva vantagem
GPS próprio. O Lite tem o próprio receptor de posicionamento, compatível com cinco sistemas de satélite. Na prática, você sai para correr ou pedalar sem o celular e o relógio registra o percurso, a distância e o ritmo. No Active, o relógio usa o GPS do celular conectado: sem o celular junto, o percurso não é gravado.
Natação. O Lite tem certificação 5 ATM, que aguenta a pressão da água de uma piscina, e mede dados de natação como a velocidade média e o SWOLF, um índice que combina o tempo e o número de braçadas de cada piscina. O Active tem IP68, que protege contra poeira e mergulho de curta duração, mas a própria Xiaomi não recomenda usá-lo para nadar.







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