The Legend of Zelda: Ocarina of Time volta em 5 de novembro, refeito do zero e exclusivo do Nintendo Switch 2. A versão digital custa R$ 329,90 na eShop brasileira. Quem prefere a caixa paga mais: a edição física aparece por R$ 439,90 na pré-venda da Amazon, e o primeiro lote se esgotou rápido em algumas lojas.
O original saiu em 1998 para o Nintendo 64 e é, até hoje, um dos jogos mais bem avaliados da história. Foi ele que levou Zelda para o 3D, criou o sistema de mira que trava no inimigo, copiado por quase todo jogo de ação que veio depois, e transformou um instrumento musical em mecânica central. Ganhou uma versão para o Nintendo 3DS em 2011, mas esta é a primeira vez que o jogo é reconstruído de verdade para uma geração nova.
O que mudou no clássico
Não é a versão de 1998 com filtro de imagem. O jogo foi reconstruído, com gráficos novos, cenas dubladas, diálogos ampliados e trilha orquestrada. A história é a mesma: Link começa como criança na floresta de Kokiri, recebe a ocarina das mãos de Zelda e viaja sete anos no tempo para enfrentar Ganondorf.
Os controles foram modernizados. Agora existe câmera livre, que o jogador controla com o direcional, e um botão de pulo, no lugar do pulo automático do original, que fazia Link saltar sozinho na beira das plataformas. Algumas masmorras ganharam desenho novo, e o ciclo de dia e noite continua correndo mesmo dentro das cidades, o que não acontecia no Nintendo 64.







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